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Mais sinais dos tempos: Francisco abençoa a prática do budismo zen

No momento em que as religiões orientais causam estragos no seio da Igreja Católica, encaminhando inúmeros fieis ao abismo das piores superstições, a Civilttà Católica elogia a prática do budismo zen, apontando sua suposta compatibilidade com os predicados cristãos. Vivir para ver!

Papa Francisco libera o Budismo Zen

De Giuseppe Vatinno (affaritaliani.it)

Tradução: Residuum Revertetur

Na última edição da Civiltà Cattolica, a revista dos jesuítas que tem o imprimatur da Santa Sé (e, portanto, garante a conformidade com o pensamento do Papa) há um interessante artigo de Hans Wandelfels sobre a compatibilidade entre a meditação — especificamente do Budismo Zen —e o cristianismo.

O título fala por si: Exercício Zen e meditação cristã.

O articulista cita preconceitos passados ​​que tiveram a Igreja Católica sobre estas práticas que beiravam à heresia, mas agora alcançando uma reabilitação teológica completa:

“É possível mostrar de um modo fundamentado que o exercício Zen não distancia de Cristo ao praticante, como é temido por alguns, mas o faz encontrar a via para estar nele, uma maneira de fazer uma experiência concreta da combinação de “Cristo-em-mim” e “Eu-em-Cristo”.

Ademais, Waldenfels chega a comparar a meditação Zen (que ele chama de “exercícios” deixando o termo “meditação” apenas para o cristianismo) e os exercícios espirituais do fundador da ordem dos jesuítas, Santo Inácio de Loyola. O entrelaçamento entre as práticas orientais e as práticas cristãs (católicas em particular) na verdade remontam no tempo e são atribuíveis, culturalmente, ao período após o Concílio Vaticano II, que marcou uma época de grande abertura ecumênica por parte da Igreja Católica.

Leitor Contra-Revolucionário

Arauto do Evangelho e admirador de Dr. Plinio Corrêa de Oliveira. Leitor de notícias do que outrora chamávamos Igreja...

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