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As novas obras de misericórdia

As sete obras de misericórdia corporal se tornarão cinco. E muito ecológicas e migrantistas

Marco Tosatti

Uma vez que as notícias verdadeiras são todas ruins, convido-vos não a dar uma risada, mas ao menos um sorriso a respeito do que Romana Vulneratus Curia soube em suas conversas confidenciais com espiões virtuais algumas hipóteses de revisão da doutrina católica…

As sete obras de misericórdia corporal eram:

1ª Dar de comer a quem tem fome;

2ª Dar de beber a quem tem sede;

3ª Vestir os nus;

4ª Dar pousada aos peregrinos;

5ª Assistir aos enfermos;

6ª Visitar os presos;

7ª Enterrar os mortos.

As novas sete obras de misericórdia corporais poderiam se reduzir a apenas cinco:

– dar de comer, beber e dar esmolas aos ciganos

– hospedar, vestir e dar trabalho aos imigrantes

– curar os doentes migrantes jovens e fortes. Abandonar os cuidados para os “incuráveis” velhos e recém-nascidos

– libertar os prisioneiros, exceto aqueles detidos por crimes contra o meio ambiente e que são obstáculo para a imigração

– cremar os defuntos em vez de enterrá-los, para que não poluam o subsolo.

Paulo de Tarso

Alguém que, como o Apóstolo, examina tudo e fica com o que é bom (Cf.I Ts, 5,21).
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