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Responsável pela formação dos novos jesuítas: “O demónio não é uma entidade pessoal. Os exorcismos de Jesus Cristo foi curar psicopatologias”

“O demónio não é uma entidade pessoal que entra. O demónio é uma desordem, uma força desordenadora”

“Mas cada vez mais a Igreja sabe que é um problema psíquico.”

“Os grandes exorcistas, no fundo, nunca encontraram verdadeiramente um espírito, encontraram uma espiritualidade perturbada que precisa de ser reorganizada pelo amor.” “Os exorcismos de Jesus Cristo foi curar psicopatologias.”

“O exorcismo não tira nada lá de dentro, o exorcismo comunica paz, equilíbrio, ordem, porque não há nada a tirar – um espírito não está dentro de outro espírito (…) O espírito não tem dentro nem fora. Portanto, é uma fantasia nossa para explicar um bocadinho essa realidade”

O Pe. Vasco Pinto de Magalhães SJ em entrevista à Agência Ecclesia (17/07/2017).

O Pe. Vasco Pinto de Magalhães nasceu em Lisboa, em 1941. Entrou na Companhia de Jesus em 1965. É licenciado em Filosofia pela Universidade Católica e em Teologia pela Universidade Gregoriana (Roma), Tem-se dedicado sobretudo à Pastoral Universitária, em Coimbra e no Porto, e ao acompanhamento espiritual. Foi co-fundador do Centro de Estudos de Bioética, tendo uma larga intervenção nesta área. Actualmente, é responsável pela formação inicial dos jesuítas portugueses (Noviciado).

Leitor Contra-Revolucionário

Arauto do Evangelho e admirador de Dr. Plinio Corrêa de Oliveira. Leitor de notícias do que outrora chamávamos Igreja...

Últimos posts por Leitor Contra-Revolucionário (exibir todos)

  • Lucio Fearlesslion

    Por isso há tantos DEMENTES no mundo: falta de EXORCISMOS…

  • Alexandre Sand

    Vou dar aqui uma prova irrefutável de que o demônio existe:
    As declarações heréticas dos jesuítas vistas neste blog.
    Pode se afirmar que esses religiosos estão completamente possessos.
    Não houve até hoje hereges mais perigosos e nocivos à Santa Igreja do que estes jesuítas de nossos dias, a começar por Bergoglio.
    Contando com a cumplicidade e o apoio de Francisco, esses homens, com toda a liberdade, utilizam-se de seus cargos e posições para fazerem pronunciamentos inteiramente descolados da doutrina católica, do magistério da Igreja, dos Evangelhos, dos Santos, dos Doutores, dos Padres da Igreja, dos Concílios, dos milagres, da experiência pastoral de 2.000 anos de exorcismo, do bom senso, etc., etc., etc. Eles fazem tabula rasa de tudo isso, sobrepondo sua subjetividade infundada, amoral e suspeita.
    É uma nova religião, uma verdadeira máfia de hereges.
    Mas eles estão correndo muito depressa… E acho que vão quebrar as pernas…

  • Cathy Pam

    Jesuítas não acreditam no demônio, nem no inferno, nem em Jesus presente na Eucaristia. Vergonha da Igreja Católica esses jesuítas! Santo Inácio de Loyola não merecia ter seu nome ligado à esses jesuítas hereges da atualidade. Lamentável o quanto essa ordem está apodrecida.

  • Luís Antoniello

    Pois é Lucio, talvez tenhamos que mudar nossos conceitos. Jesus não deu aos apóstolos poder de expulsar demônios, mas de serem psiquiatras… será que lhes deu CRM?

  • LEAO DA PAZ

    No livro “The Jesuits” o Padre Malachi Martin SJ descreve um dos passos significativos da estratégia jesuítica modernista executada pelo famoso teólogo pe. Karl Rahner SJ.

    Em Unity of the Churches: An Actual Possibility, o último livro que Rahner escreveu antes de morrer em 1984, ele fez a mais notável e patente apresentação da (então) recém-aceita atitude jesuítica sobre o papado e os dogmas definidos de sua Igreja. Trabalhando com um colega jesuíta e co-autor, Heinrich Fries, e com o imprimatur de seus superiores jesuítas, Rahner apresentou uma proposta radical
    e ultrajantemente antiromana. Para obter a unidade cristã, disse ele, era necessário parar de insistir na infalibilidade papal como dogma, nas outras doutrinas sobre o pontífice e o catolicismo romanos, as quais tinham sido propostas e definidas por papas desde o século IV.

    Com efeito, Rahner estava propondo que a Igreja Católica pegasse oficialmente todo o seu corpo de leis relativas à fé e aos costumes, tal como desenvolvido e ensinado durante dezesseis séculos, e o desvinculasse da vida diária dos fiéis.

    Casamento, homossexualidade, ética comercial, liberdade humana, piedade, todas as esferas da existência humana, tudo teria que ser redefinido e deixado à deriva, ao sabor das marés mundanas, que estavam sempre mudando.

    E continua o relato do Pe. Malachi Martin: os dogmas da Igreja seriam as principais baixas. Porque aquilo que a Igreja definiu como básico e obrigatório para a crença católica iria, no plano de Rahner, tornar-se meramente opcional. A integridade da pessoa de Cristo; o significado e o valor dos Sete Sacramentos; a existência do Céu e do Inferno; o caráter divino da autoridade dos bispos; a verdade da Bíblia; a primazia e a infalibilidade do papa; o caráter sacerdotal; a Imaculada Conceição e a Assunção de Maria, mãe de Cristo — tudo ficaria à ecumênica disposição de quem quisesse.

    Acima de tudo isso, entretanto, estavam os principais alvos de Rahner: a autoridade
    papal que ele queria ver desmantelada e a Igreja Católica Romana hierárquica que ele queria ver reduzida a uma mera expressão idiossincrática da mensagem de Cristo. Em outras palavras, a autoridade e o propósito espiritual da Igreja seriam rejeitados e substituídos pela autoridade de turbas de comunidades de base manipuladas por revolucionários de ocasião.

    A nível meramente pessoal, é razoável que se tenha que presumir a falta total de fé católica em Rahner. Mas o que está em jogo é menos a condição da alma de Rahner do que a influência prática que ele e muitos outros teólogos, que tenham as mesmas ideias, exercem sobre a vida tal como é vivida em nosso mundo.

    Agora vejamos. É ou não é que Bergoglio vem fazendo exatamente o que Rahner propôs em 1984?

    Na atual situação, onde a equipe de jesuítas em torno de Bergoglio estão promovendo intervenções em instituições de Direito Canônico, que atrapalham os planos de desconstrução da Igreja Católica de sempre, para construírem em seu lugar uma igreja ecumênica universal de um deus não católico (cfr. dito de Bergoglio), faz-se necessário considerar tais atitudes em sua amplitude total, julgando-as no
    contexto da luta universal entre o Bem e o Mal, Revolução e Contra-Revolução: “Inimititias ponam inter te em mulierem et semen tuum et semen illius ipsa conteret caput tuum” (Genesis 3:15).

    A malícia da intervenção atual não se reduz à uma intervenção injusta em uma ordem religiosa boa. A malicia do ato advém da conjuração anticristã tal como a descreve Dr. Plinio na RCR.

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